TI INTELIGENTE

Supondo que uma empresa de tecnologia tenha um produto, um programa de gestão comercial convencional. A empresa, como desenvolvedora da aplicação, quer dar um excelente suporte ao cliente e usuário final, pois o cliente estará pagando para ter um programa muito bom e que atenda suas necessidades!

Porém (sempre há aquele porém), o seu cliente enfrenta problemas financeiros que não o deixam usar programas pagos. Com isso, usa programas sem licenças originais e corre o risco de ser prejudicado. A empresa da área de tecnologia, preocupada com seu cliente, quer auxiliá-lo a ter um negócio com menos riscos, mais rentabilidade, mais economia, mais responsabilidade, afinal de contas, quer ter esse cliente por longas datas!

O que poderia ser feito?

A empresa poderia desenvolver algo livre de plataforma, ou seja, algo que pudesse ser usado em qualquer sistema operacional e que o cliente pudesse usar em sistemas sem custos de licenças, o que seria uma grande ajuda na parte financeira. Também poderia fazer uma pesquisar sobre os equipamentos que o cliente usa, certificando-se que eles tem compatibilidade com vários sistemas, caso contrário, seria interessante avaliar uma possível troca por outros com menor custo e maior compatibilidade. Tudo dependeria de um planejamento da empresa como agente facilitador do negócio do cliente. Mas claro, tudo que possa ser feito sem prejuízos na rotina deste cliente e de forma a maximizar suas operações.

Após auxiliar seu cliente no uso tecnológico, a empresa, certamente, pode oferecer seu produto, seu sistema de gestão comercial, sem que o cliente corra riscos de ficar sem suporte adequado. A empresa de tecnologia, conhece o que desenvolveu, sabe que o programa se comunica em uma grande variedade de equipamentos, sistemas operacionais e que isso é um grande benefício que traz valor ao negócio do cliente.

Vemos então que, com suporte adequado, a empresa consegue avaliar o ritmo de trabalho do cliente, as rotinas que realiza, o que faz, o que poderia ser melhorado, como obtendo mais desempenho, quais programas usar, quais poderiam ser substituídos sem percas, mas sim, com economia de recursos importantes para o cliente.

Enfim, quem oferece um produto, necessita conhecer quais são as melhores configurações tecnológicas que trazem ganhos ao cliente, sejam essas configurações diretamente ligadas ao produto, ou não.

Então, fica uma pergunta:

– Por quê existem empresas que direcionam seus clientes em soluções caras, que oferecem serviços de suporte e instalação de produtos falsificados, colocando assim seus clientes em risco?

A resposta é muito simples:

– Fazem isso porque não possuem conhecimentos adequados, ficam indispostas em aprender novas soluções, e com isso, não conseguem oferecer algo de qualidade. Não possuem interesse que seus clientes cresçam e sejam suportados adequadamente.

Triste, não é?

Contudo, ainda há motivos para animo! Há uma nova geração de profissionais que gostam do que fazem, profissionais que querem ser úteis, não apenas no desenvolvimento de bons programas, mas no desenvolvimento de soluções que geram menos gastos aos clientes. Estes, usam a TI de forma inteligente, ajudando seus clientes a tomar melhores decisões no uso da tecnologia em seus negócios. Percebendo essa importância, muitas empresas de TI crescem exponencialmente.

Usar a TI com inteligência é transformar as possibilidades em negócios rentáveis.

Diogo Filho de Morais

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Diogo Filho de Morais

Estudante do curso de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas pelo Instituto Federal de Goiás.

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